segunda-feira, 2 de maio de 2011

VIÇOSA DAS ALAGOAS - parte 1


          Ontem resolvi visitar o meu passado e senti uma felicidade imensa e uma saudade tamanha, da minha infância. Como era gostoso aquilo tudo e como era tão simples.

          Minha velha e querida Viçosa. A “princesa da Matas”. Vi aquelas ruas receberem  os primeiros tratores de “esteira” rasgando e cortando o barro, para depois serem colocados os primeiros paralelepípedos (eita que palavra difícil). Ficava eu, menino, horas e horas a admirar aquelas máquinas, o cheiro de óleo diesel e vendo a habilidade daqueles homens colocando pedra-a- pedra, como se fosse um imenso quebra-cabeça e formando aquelas ruas que até hoje estão lá, eles davam pequenas batidas e preenchiam os espaços entre as pedras com um cimento bem líquido despejados numa caneca de lata amassada com a forma de um “bico”...

          Morei em várias casas lá em Viçosa. Gente do interior se muda muito! Que eu me lembre, morei em 3 casas diferentes. Uma na rua do Cravo, logo depois do posto de combustível que fica após o trilho do trem. Essa casa era muito simples e logo na entrada tinha uma área onde tinha duas pilastras baixas onde mamãe colocava jarros para enfeitar.  A outra casa ficava na rua do Campo, a Juarez Távora, onde fizemos grandes amigos que moravam vizinhos a gente,  como D. Rosália, Lula "Image", Delba, Ebinho, Pica-Pau, Lila e Xande.  A terceira rua foi a Mota Lima. Essa morei bastante tempo
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